domingo, 13 de janeiro de 2013

Slechtvalk - Upon the Fields of Battle DVD

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ser

É possível escrever um texto sem usar interrogações, outrossim, também pudera interrogar. Conseguir informações, obter conhecimento é construtivo, mas sendo ele usado num outro qualquer sem siso logo é anátema. Viver só por viver é vida, mas não é vivo. Sentir que a mente está vazia é da psique, das emoções da alma; uma mente nunca é vazia, quiçá, de tormentos e demonices é encher uma mente. Se acreditar que o vento pode encher o ventre e a água for o último alimento, esse tal é perfeito. Nem o único homem, perfeito que já existiu era feliz sozinho, pois todos necessitam apoiar-se em um semelhante.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Salve-me

Ei, se me conheces sabe que odeio que me ocultes. Vomito a mentira que omites. Onde está a verdade que me prometes....se me sondasses, sabes que não tenho siso para a vida toda. Se fosses o que me mostravas ser e perpetuasse tuas palavras e as cumprisse, te daria o melhor gosto de vida que pudésseis imaginar. Jogue-me aos porcos, ponha-me no focinho de uma leitoa. Eu sou um troféu empoeirado na estante. Uma medalha que foi o prêmio um dia e hoje é só um pedaço de bronze sem polimento. Tire-me da estante e me ponha dentro de você. Ás vezes chego a pensar que sou de lata.

Sacrifício

A cada dia que passa você inventa e reinventa meios, formas de dar a volta por cima. Por vezes se depara com estados emocionais de loucura....andando nauseado, faminto por fastiez e cheio de tanto vazio. Eu não queria acreditar, não queria enxergar....mas a esquizofrenia ataca de leve e leva o ser a delírios. Que língua estou falando...que modo penso. Parece que chegou na ponta da ponte, no fim do fim ou é o começo da próxima dor.
Não aguentarei mais um dia, mais uma vez qualquer ser jogada nas minha cóleras que não importam a ninguém a não ser eu mesma. Ó, minha alma, pensei que parecias comigo, mas me levaste na doidice e sorris com isso. És cego e surdo. És feliz nas minhas tristezas renováveis e, não obstante, acompanha-me no teu corpo físico, com isso, longe estás. Maior é a dor escondida e o pior de fato é escondê-la, sendo assim, não há mudança.....
Findo-me e engulo no seco espinhos de incertezas, mastigando os cacos dos vidros do cálice que me saciaste rapidamennte. Diga para mim que isso é só mais um pesadelo que se repete mais do que a minha loucura - mas não permita enlouquecer totalmente - eu vou te deixar, agora não, mas em breve. Prove-me o contrário, por favor, prove-me. Eu lhe provo.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Nos Dias....

Agir pela presença da revolta seguida por vingança..
Tudo que se sente e por assim aprende é baseada na dor colérica, talvez excessiva obsessão.
Seria então somente um observador da vida ao invés de vivê-la?
É doloroso viver? É inteligente silenciar? Não exatamente pelo que fiz, mas pelo que não consumei.
Fácil pensar em abandonar todos que dizem te amar;
rápida é a angústia apertar o peito após precipitadas viradas de costas.
Ridícula privação do meu ser pelo que mais amo, odeio-me em exagerar em ciúmes incessantes;
que logo tardam em ir e são breves em atormentar.
Todos são especiais demais ou são melhores que eu?
Vomitos das palavras carregadas em rebelde ser, vã e sã pessoa....
E quando não se acreditar em mais nada? E quando a dor se transforma em hábito?
E quando vegetar se torna um estilo de vida? E quando perguntar se consiste nas respostas que sempre se obtém?
Todos escutam, mas não atentam e, mesmo vendo, não enxergam a verdade, não querem descobrir.
Afinal, quem se interessa por algo que se esconde? O que se auto-sufoca nas sombras e nos bastidores
do espetáculo da vida? Nasceram para perguntar e limitar-se entre nuvens e mar razante.
Todos querem ser amados, mas querem matar a todos!  Olhe-me, mas não te verei.
Devocione-me, mas nunca te sondarei...os homens querem e só exigem, logo,
nada resposabiliza e anátema são...

sábado, 9 de outubro de 2010